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03.05.2017

Usina Paineiras inicia nova safra apresentando investimentos

 

 


A torre metálica da quarta caldeira é nova e está sendo inaugurada nesta safra. FOTO: DIVULGAÇÃO.

 

Usina Paineiras inicia nova safra apresentando investimentos

 

Indústria construiu nova torre de caldeira e novo sistema de balança, além de estar plantando novos canaviais depois de três anos de estiagem

 

Ao iniciar sua 105ª safra anual de cana-de-açúcar nesta sexta-feira (05), a Usina Paineiras também vai apresentar novos investimentos, num total de R$ 8 milhões. Entre eles, a nova torre da quarta caldeira e o novo sistema de balança para caminhões. A indústria planeja processar 480 mil toneladas de matéria-prima até agosto, em Itapemirim (ES).

 

A empresa também voltou a investir em canaviais: para ela, assim para como seus cerca de 500 fornecedores de cana-de-açúcar locais (quase todos são agricultores familiares), a motivação vem da alta dos preços do açúcar do mercado internacional, apesar dos anos de desincentivos federais e estaduais ao setor sucroenergético.

 

“Desde 2014, quase não se plantou cana-de-açúcar na nossa região, principalmente porque a estiagem foi a mais forte em décadas. Porém, a alta dos preços do açúcar e o incentivo que a prefeitura de Itapemirim tem dado aos nossos fornecedores podem fazer com que a safra do ano que vem seja a melhor em muitos anos”, informa o diretor de Negócios da Usina Paineiras, Antonio Carlos de Freitas.

 

Antes de o trabalho industrial começar, como de costume, a empresa promove uma missa de intenção de início de safra, na igreja católica da localidade de Paineiras: será nesta quarta-feira (03), às 10h. No mesmo dia, às 16h, será realizado um culto evangélico no pátio da fábrica, com o mesmo objetivo.

 

“Também precisamos agradecer aos nossos parceiros, fornecedores de cana, materiais e serviços, clientes e, especialmente nossos funcionários, que, especialmente nas últimas semanas, muito nos apoiaram para conseguirmos chegar a mais este início de safra, apesar da crise”, salienta Antonio Carlos de Freitas.

 

Números esperados

O resultado esperado para a safra deste ano é equivalente ao da safra passada: pouco menos da metade da capacidade da indústria, porém quase o dobro de 2015 (quando os canaviais da região foram mais gravemente afetados pela estiagem).

 

Neste ano, devem ser produzidos 601 mil sacos de 50kg de açúcar e 17 mil litros de etanol. Para apoiar a mão de obra local tanto nos plantios, quanto na colheita da empresa e dos fornecedores, já foram trazidos 307 trabalhadores do Nordeste brasileiro (onde a safra de cana-de-açúcar foi concluída recentemente).

 

Grande parte da cana processada pela Usina Paineiras é fornecida por cerca de 500 agricultores familiares de três municípios da região, associados à Cooperativa dos Fornecedores de Cana (Coafocana). A expectativa da indústria é de que eles consigam fornecer, novamente, cerca de 50 mil toneladas de matéria-prima.

 

“Esperamos um volume de cana equivalente ao do ano passado, porém com produtividade ainda menor, por se tratarem de canaviais envelhecidos. Felizmente, como está chovendo mais desde o fim da última safra, a cana replantada está brotando e muitos voltaram a plantar, o que nos faz esperar resultados bem melhores em 2018”, afirma o diretor Antônio Carlos de Freitas.

 

Mais incentivo em Itapemirim

O início da nova safra também tem outro estímulo para os pequenos produtores de cana-de-açúcar de Itapemirim: a prefeitura local decidiu ampliar a área total atendida pelo programa que, desde o início de 2016, apoia até 20 hectares por produtor.

 

Aos 1.000 hectares de área total beneficiada no primeiro ano, somam-se agora mais 670, com a prefeitura fornecendo mudas de cana-de-açúcar, adubo e calcário, além de horas de trabalho de máquinas agrícolas com custo subsidiado.

 

No primeiro ano do programa, o custo estimado foi de R$ 1 milhão. O retorno vem rápida e diretamente para o município que, só em ICMS recebido devido ao faturamento da Usina Paineiras, arrecadou R$ 48 milhões entre 2014 e 2015.

 

“Esses plantios também favorecem outras culturas locais, como a pecuária, pois os produtores de leite, plantando cana-de-açúcar, também contam com mais alimento para o gado no período de estiagem. Garantem renda e empregos, movimentam o comércio e os serviços desses municípios e aumentam a arrecadação própria das prefeituras. Nessa crise, é ótima solução para todos”, ressalta Antonio Carlos.

 

Segundo a CDL de Marataízes e Itapemirim, a cultura canavieira é a segunda atividade econômica mais importante do litoral Sul. Para estimulá-la, o setor se posiciona há anos, junto ao governo do Espírito Santo, em favor da redução do ICMS sobre o etanol (conforme vários outros estados brasileiros) e da continuação da luta pela prorrogação das dívidas dos produtores rurais junto ao governo federal.


Depois de três anos de estiagem, a Usina Paineiras conseguiu retomar a renovação dos seus canaviais. FOTO: DIVULGAÇÃO.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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